quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Irmãos da Mooca fazem e entregam pães seguindo os passos do bisavô

Em 1914, o napolitano Raphaelle Carillo chegou em São Paulo com experiência acumulada em seu restaurante, na Itália. Foi morar na Mooca, reduto de imigrantes daquele país.

Lá, deu início a outro negócio: uma padaria. Percorria, todas as manhãs, as ruas de terra do bairro e arredores para entregar o pãozinho direto na casa dos fregueses - de charrete.

Hoje, 94 anos depois, os bisnetos Guilherme, 27, e Gabriel Carillo, 26, trabalham com a mesma receita de pão.

A entrega, porém, é feita de carro, não mais de carroça. O trajeto estabelecido pelo bisavô, porém, continua o mesmo. "A rota é muito importante para a família. Não tem preço", diz Guilherme.

O endereço atual da fábrica de pães foi aberto pelo avô, seu Paschoal, há 29 anos, também na Mooca. Os irmãos já eram formados quando começaram a flertar com o negócio. Mas seu Paschoal relutava. "Ele queria fazer tudo sozinho e tinha ciúmes da massa", diz Guilherme.
                                                                                             
                                                                                                      Karime Xavier/Folhapress
                        Os irmãos Guilherme e Gabriel Carillo fazem pães na fábrica

Com o tempo, ganharam a confiança o avô. E aprenderam os macetes do pão italiano - entre abrir e enrolar a massa, Guilherme leva, agora, apenas sete segundos. Decoraram os detalhes do percurso - que começa a ser feito às 10h, quando fica pronta a primeira fornada.

Também sabem as preferências de cada freguês -pão branquinho ou mais moreno, pequeno, grande ou recheado- e como deixar a mercadoria na porta de casa das famílias, freguesas há duas, por vezes, três gerações.

"Entregamos mesmo que os donos não estejam em casa, como costuma acontecer com jornais. [O pão] fica preso no portão", diz Guilherme.

Apenas nos finais de semana o portão de ferro da fábrica é aberto para clientes.

Os irmãos, que agora comandam o ponto, pretendem ampliar o horário. Por enquanto, fica aberto enquanto dura a fornada. E o expediente começa cedo: a partir das 4h, no sábado, já tem pão para quem sai da balada.

ONDE ENCONTRAR
rua Demétrio Ribeiro, 29, Mooca, SP; tel. 2605-4045


Fonte: Folha.com

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Piscinão na Mooca...

O Superintendente do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE), Alceu Segamarchi Jr., assinou contrato para construção do piscinão Guamiranga. O governo do estado vai investir R$ 113,7 milhões no empreendimento, que terá capacidade para acumular 850 mil metros cúbicos de água das chuvas.

Localizado ao lado do rio Tamanduateí, entre a Avenida Dr.Francisco Mesquita, Rua Patricarca, Viaduto Grande São Paulo e o início da Rua Guamiranga, o piscinão Guamiranga vai beneficiar mais de 500 mil moradores de São Paulo, especialmente dos bairros de Vila Prudente e Mooca. O piscinão ocupará área de 70 mil metros quadrados, dividido em três células conectadas por galerias. O DAEE está providenciando a licença ambiental e deverá iniciar as obras no primeiro bimestre de 2012. O prazo de obras está previsto em 36 meses após a ordem de serviço. O DAEE mantém 19 piscinões em operação na bacia do Alto Tamanduateí

Fonte: Jornal DCI

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Melhor Bar da Mooca segundo o Datafolha

De acordo com o Datafolha, o melhor bar da zona leste é o Bar Mooca


A comunidade italiana do bairro é a inspiração do bar, que atrai famílias das redondezas. Pratos como a salada caprese, servida quente, e a berinjela empanada na cerveja são acompanhadas pelo chope Brahma. Na última quarta-feira do mês é servido o porco no roleta, assado o dia todo e servido à noite.

Serviço:
Bar Mooca
R. Dr. João Batista de Lacerda, 728 - Quarta Parada - Leste. Telefone: 2606-7064. Aceita os cartões Amex, Diners, MasterCard, Visa. Aceita os tíquetes Ticket Restaurante Eletrônico, Visa Vale. Preço: R$ 4,90 (chope Brahma - 350 ml).

Tem acesso para deficiente. Tem música ao vivo. Tem mesas ao ar livre. Proibido fumar. Tem conexão wi-fi. 200 lugares. Valet (R$ 10). 

Quando: terça a sexta: a partir das 17h; sábado e domingo: a partir das 11h30.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Edu Guedes, apresentador da Record, cozinha na Mooca...

Shopping Mooca Plaza oferece oportunidades...

O Mooca Plaza Shopping inaugura no dia 29 de novembro e já está mudando a vida dos mooquenses!


As oportunidades de emprego são inúmeras. O O Grupo Di Santinni, por exemplo, rede de multimarcas especializada no comércio varejista de calçados, abriu 40 vagas para colaboradores. As contratações são para as novas lojas Di Santinni Design no Shopping Metrô Itaquera e Mooca Plaza Shopping.

Cada uma das lojas contratará 20 funcionários, para os cargos de consultores de vendas, estoquistas, operadores de caixas e gerentes.

As lojas dão preferência a candidatos dinâmicos, comprometidos, proativos e com boa comunicação.  Apesar de não exigir experiência prévia, o que possibilita a muitos a chance de ingressar no mercado de trabalho, as vagas serão preenchidas por candidatos com ensino médio completo.

Os interessados devem cadastrar seus dados no site www.disantinni.com.br (clicar em Institucional, depois em Trabalhe Conosco) ou encaminhar o currículo para o e-mail: denise.rh@di-santinni.com.br.

Os selecionados contarão com salário fixo inicial compatível com cada cargo e auxílio transporte.

Outras vagas para trabalhar no shopping acesse: www.moocaplaza.com.br

Mooca atrai arquitetos "gringos"

Copa, Olimpíadas, país emergente, economia estável. Tudo isso está atraindo arquitetos estrangeiros para o Brasil, em busca de oportunidades de negócios, coisa rara hoje nos Estados Unidos e na Europa, que enfrentam dura crise econômica.

Um exemplo da "invasão estrangeira" é a licitação de R$ 30,6 milhões da Prefeitura de São Paulo para a elaboração dos projetos de três novas operações urbanas.

Para disputar os contratos, sete consórcios se formaram. Em todos, há arquitetos estrangeiros. Mas, na maioria deles, há parceria com profissionais brasileiros."O brasileiro conhece bem a lei e a cultura local. O estrangeiro contribui por ter feito projetos fora e por trazer novas perspectivas", diz o secretário de Desenvolvimento Urbano, Miguel Bucalem.

Entre os estrangeiros, o que está mais estruturado no Brasil é o norte-americano Aecom, que faz o projeto Nova Luz, de revitalização da cracolândia. Eles também fizeram o plano diretor de Londres para a Olimpíada-2012.

O Aecom apresentou propostas para duas operações urbanas: Lapa-Brás -que fará o plano para a demolição do elevado Costa e Silva, o Minhocão- e Mooca-Vila Carioca -para revitalização da área industrial da Mooca.

Na empreitada, o Aecom se associou ao escritório de engenharia CNEC, criado por brasileiros, mas comprado no ano passado pelo grupo australiano WorleyParsons.


Fonte: O Estado de S. Paulo

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Revista Mooca & Região: A Verdadeira Revista da Mooca!!!

O filósofo grego Antístenes (444-371 a.C.) já dizia que “a inveja consome o invejoso como a ferrugem ao ferro”. Ovídio (2007, p. 39).

Tudo o que é bom a gente copia! E graças a Deus, devido ao grande sucesso entre leitores e anunciantes, a Revista Mooca & Região tem sido referência para os nossos concorrentes.

Mas não se engane! A Revista Mooca & Região é a verdadeira revista da Mooca. Editada e produzida pela Biajante Comunicações.

Acesse nosso site e leia online a primeira e verdadeira revista da Mooca:

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Devagar quase parando: CET altera velocidade na Av. Paes de Barros

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) alterou, desde segunda-feira, dia 07, a velocidade em 13 vias da capital paulista.

A mudança acontece em 18,9 km de vias e afeta especialmente a Avenida Paes de Barros, entre as ruas da Mooca e Capitão Pacheco Chaves, onde estudos técnicos da CET indicaram a necessidade de regulamentar a velocidade em 40 km/h. Nas avenidas Regente Feijó, Águia de Haia, Pedro Bueno, João Pedro Cardoso, Praça Nossa Senhora Perpétuo Socorro e Estrada do Guarapiranga, a velocidade máxima passa a ser de 50 km/h.

Nas avenidas Adutora do Rio Claro, Ministro Laudo Ferreira de Camargo, Vital Brasil, Nossa Senhora do Sabará, e Ruas Rhône e Sapetuba, a velocidade regulamentada será de 60 km/h. Estão sendo implantadas 163 placas de regulamentação de velocidade e advertência para alertar os motoristas.

A CET ainda pretende levar a uniformização das velocidades ainda este mês às avenidas Assis Ribeiro, Raimundo Pereira de Magalhães, Manoel Domingos Pinto, Eliseu de Almeida, além das Pontes Júlio de Mesquita Neto e dos Remédios.

Fonte: O Estado de S. Paulo

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Maior papai noel inflável do Brasil ficará na Mooca

Pela primeira vez na história grená, o Juventus promoverá o Natal Iluminado.

O Clube será todo decorado com luzes e enfeites natalinos e ainda exibirá o maior Papai Noel inflável do Brasil, com 30 metros de altura (04 metros a menos que o maior do Mundo).

A inauguração acontece no dia 11 de novembro de 2011, às 19h30 na entrada principal.

Você não pode perder! Venha participar com toda a família juventina.


Serviços:
Evento: Natal Iluminado na Mooca
Local: Clube Atlético Juventus
Rua Comendador Roberto Ugolini, 20 – Parque da Mooca – São Paulo – SP
Data: 11 de novembro de 2011 a 06 de janeiro de 2012
Horário: 19h30 às 22h (sextas, sábados e domingos)
Ingresso: 01 brinquedo novo ou 01 produto de higiene pessoal


sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Residenciais usam o nome da Mooca para atrair compradores

Água Rasa ou Mooca? Sem um mapa, fica difícil delimitar onde uma termina e a outra começa.
É disso que se valem os incorporadores ao darem a dois dos lançamentos previstos para este ano o nome do vizinho mais caro. "A Água Rasa configura um apêndice da Mooca", caracteriza Luigi Petti, diretor de incorporação da OAS Empreendimentos.
Por sofrer com transporte público limitado e fraca infraestrutura comercial, o distrito empresta algumas vantagens de seus vizinhos Mooca e Tatuapé. Em troca, disponibiliza unidades mais baratas e sossego.
O empresário Rodrigo Vidal, 30, ex-morador do Tatuapé, ilustra essa realidade. Na comparação entre valores de apartamento nos distritos da região, ficou com a Água Rasa. "Aqui encontrei a tranquilidade de um bairro pequeno e a facilidade de estar perto de todos os serviços necessários", avalia. "Consegui combinar o sossego da Água Rasa com o agito e a boemia da Mooca e do Tatuapé."

ESTRUTURA
A Água Rasa oferece unidades com metragens entre 56 m² e 165 m². Um dois-quartos custa R$ 308 mil. O Tatuapé se destaca pelos serviços locais e pela concentração de renda, com unidades que chegam a R$ 1 milhão por 137 m².

A região tem "opções de lazer, casas noturnas, restaurantes, shoppings, supermercados, farmácias, hospitais e escolas", afirma Luiz Paulo Pompeia, presidente da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio).
Com muitas casas, a Penha reúne prédios na área do metrô. O metro quadrado médio lançado foi de R$ 4.430.

A Vila Formosa tem duas realidades -a área próxima ao distrito do Carrão, com unidades entre 50 m² e 80 m², e o Jardim Anália Franco, com quatro-dormitórios de 280 m². No distrito, o preço do metro quadrado varia entre R$ 3.300 e R$ 8.600.


Fonte: Folha de S. Paulo

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Doce tradicional italiano, 'cannolo' é sucesso na Di Cunto

Quase esquecidos pelos paulistanos, os "cannoli" (plural de "cannolo") caíram no gosto de uma nova geração de cozinheiros --o confeiteiro Flavio Federico e os chefs Carlos Bertolazzi e Alexandre Leggieri.

Para os três, descendentes de italianos, a receita é tradição familiar. A aposta no doce siciliano se deve também à ascensão dele no mercado norte-americano --um movimento semelhante ao que ocorreu com os "cupcakes".

Se depender dos chefs, o canudo de massa sequinha e crocante, tradicionalmente recheado com ricota, circulará também fora de redutos italianos --casos das padarias 14 de Julho e A Italianinha, na Bela Vista, da doceria Di Cunto, na Mooca, e da pizzaria Castelões, no Brás.

                                                                                         
Leggieri, da Cannoleria, deixou a produção artesanal de massas para apostar nos doces. E transformou os "cannoli" na sua especialidade. 

Lá a massa é mais espessa, se desfaz em flocos na boca. Há seis sabores (R$ 4,50, cada um), como o clássico com ricota e frutas e o de Nutella.

                                                                                         Leticia Moreira/Folhapress
       Cannolli, canudos de massa sequinha e crocante, com diferentes recheios da doçaria Flavio Federico

Na doçaria Flavio Federico desde março, o canudo já está entre os mais vendidos. De massa fina, recebe quatro recheios (clássico, limão-siciliano, pistache e chocolate com laranja; R$ 6,90 cada um). O entusiasmo serviu para nomear de "Los Cannoli" a banda que tem com os chefs Fabio Barbosa (do La Mar) e Carlos Bertolazzi.

Já Bertolazzi serve a guloseima no Zena Caffè (R$ 15, duas unidades). A receita deve também entrar no menu do Spago, casa que ele vai inaugurar em novembro, com temática ítalo-americana. A versão servida, adaptada, leva "cream cheese", ricota, chocolate, pistache e laranja.

A receita original pode ser motivo de contenda. Certa vez, Flavio Federico foi questionado por um cliente, que disse: "Sou siciliano. A receita original não tem frutas", esbravejou --mas comeu até o fim.


Fonte: Folha de S. Paulo